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retalhos de sonhos

retalhos de sonhos

a nossa história (mais um cadito)

A amiga Tytas deu um ar de mistério.

Sara olhou na direcção da voz, viu um estafeta a estender-lhe uma caixa e um cartão.
- É aqui que mora a Dª Sara F .?
- Sim sou eu!
- Pode assinar isto é para si.
Sara assinou, e o rapaz partiu.
Sara olhou para o embrulho e estremeceu, não podia ser de quem ela estava a pensar. Abriu viu e fechou olhou para o cartão e meteu dentro da caixa. Entrou dentro de casa poisou a caixa e em silencio foi ao quarto vestiu-se pegou nalgumas roupas e partiu, havia de voltar para pegar no resto, mas agora tinha que sair dali.
Tomás continuava a dormir quando ela olhou para ele e lhe deu um beijo de despedida, teria encontrado o seu amor? Agora não importava ia embora antes de estragar a vida dele. Pensou foi só uma noite ele esquece pois deve ter muitas raparigas que o queiram.
Tomás acordou com um raio de sol na cara, procurou Sara ao seu lado mas não a viu, levantou-se esperando que ela estivesse a espera dele , olhou chamou baixinho e não obteve resposta, apenas encontrou uma caixa em cima da mesa. Sara com a pressa tinha esquecido. (Tytas)
Sara - chamou Tomás. Percorreu a casa à procura dela e não a encontrou. Regressou à cozinha onde estava aquele embrulho. A curiosidade foi mais forte e além disso já estava com um mau pressentimento. Abriu e teve que se sentar para olhar com atenção aquela fotografia.
Não pode ser! - pensou Tomás - Isto é mentira!
Sara fazia streap numa boite. Aquela fotografia dizia tudo. E aquele cartão..."Temos saudades tuas. Os teus clientes reclamam a tua presença. Regressa, estás perdoada".
Não - gritou Tomás e deu um murro bem forte na mesa.
Tomás vestiu-se e regressou a sua casa. Com tantas emoções esqueceu-se de ligar ao veterinário. Da clínica disseram-lhe que Jim estava a recuperar bem e que ao fim do dia podia vir buscá-lo.
Pelo menos uma boa notícia! - pensou Tomás.
Tomás não conseguia deixar de pensar em tudo o que lhe tinha acontecido. Parecia um pesadelo. Havia algo em Sara que o cativava e aquela noite tinha sido fantástica. Mas...streaper? (Geny)
E agora? O que Tomás vai fazer?
Aguardo sugestões e tenham um bom fim-de-semana.

continuando a nossa história

Bem, bem, deram um ar escaldante à nossa história. Querem ver?

Sara naquele momento só pensava no Jim , coitado tão indefeso ali no colo dela. Aquela situação trouxe-lhe lembranças, pois ela tinha tido um cãozito , rafeiro, mas amoroso com um olhar terno como o do Jim . As lágrimas correram pela sua cara, apesar de não ter um grande afecto pelo Jim , tinha tido pelo seu cãozinho e nunca mais o tinha esquecido, não queria de maneira nenhuma que lhe acontecesse o mesmo, o desaparecimento total. Tomás reparou nas suas lágrimas , mas não comentou apenas lhe passou a mão pela cara, com um grande carinho.
Chegaram ao veterinário , Sara saiu a correr do carro com o cão nos seus braços, entrou de rompante no consultório , e colocou o animal na marquesa.
- Dr. o Jim foi atropelado, veja se é grave?
Atrás dela entrou o Tomás a correr pois a Sara tinha sido tão rápida que nem esperou por ele, quando entrou já estava o Dr. a tratar do Jim e a Sara a fazer-lhe festas na cabeça.
Tomás admirou-se pois o animal não gostava que estranhos lhe fizessem festas na cabeça, mas lá estava a Sara a dar-lhe festas e o animal sossegado enquanto o veterinário o tratava. (Tytas)

O veterinário recomendou a Tomás que deixa-se Jim na clínica por aquela noite, e impotentes saíram os dois.
Vamos até minha casa, faço um chá para nós - disse Sara.
Não quero incomodar,Sara.
Vamos,hoje estas por minha conta.
Chegaram a casa de Sara, muito acolhedora, feminina a casa de Sara.
Vou preparar o chá - disse Sara.
Coloca um Cd Tomás, para relaxares um pouco.
Sara foi até a cozinha e começou a ouvir a musica que Tomás havia escolhido.
Passados alguns minutos Sara voltou e vinha deslumbrante , com o seu cabelo solto e a camisa um pouco mais aberta.
Tomás não resistiu e encostou-a a parede...
Pegou nela ao colo e começou a beija-la, tirou-lhe a roupa e ela a ele, de repente pararam....
(Shanna)

Olharam nos olhos um do outro, olhar esse que respondeu aos sentimentos que naquela altura estavam a sentir, parecia que se conheciam desde de sempre. Beijaram-se , acariciaram-se como se fosse um amor que existia há muito mas tinha estado adormecido. Amaram-se como nunca o tinham feito com mais ninguém . Ali deitados no tapete da sala , exploraram o corpo um do outro. Tomás com as suas mãos acariciava-lhe as mamas, beijava-as, percorria-lhe a barriga com a sua língua húmida e cheia de desejo. Chegou ao ponto fulcral e Sara sentiu o seu desejo cada vez mais intenso teve prazer como há muito não sentia, Tomás olhou para ela, ela deu-lhe uma festa nos cabelos. Sem palavras mudou de posição e sentou-se em cima de Tomás, sentiu o desejo dele, o seu corpo estava quente sedoso de ter prazer,. Ela olhou nos olhos dele e percebeu que ele estava apreciar o tomar das rédeas . Ela tinha vontade de apreciar o momento tanto como ele por isso andou devagar, acaricia-lhe o peito lambia-o enquanto o sentia dentro dela. Com as mãos quentes de Tomás na sua cintura como ajudar deu azo ao desejo dele. Deitaram-se lado a lado enroscados um no outro sem palavras só a saborearem o momento. Acabaram por adormecer. (Tytas)

Um raio de sol entrou na sala. Sara acordou e ficou a contemplar o rosto de Tomás que ainda dormia. Tinha um ar muito sereno. Sara levantou-se devagar, dirigiu-se à janela e ficou a pensar no que tinha acontecido.
- Será possível! Não, não existe amor à primeira vista. Mas o que é que aqueles olhos verdes me fizeram? Ele é tão lindo...de certeza que encontra mulheres bem bonitas interessadas nele...Acorda, Sara, sabes bem que não és nenhuma beldade. Foi uma noite estupenda, mas possivelmente vai ficar por aí.
Dirigiu-se à cozinha para preparar o pequeno almoço. Gostava imenso de comer os cereais naquela taça já bastante usada. Arranjou cereais e fez uma torradas com leite e como havia bastantes laranjas na fruteira fez sumo natural. Colocou o pequeno almoço na varanda. Aquela varanda tinha uma vista linda para a serra. Foi das coisas que mais a encantou para comprar aquela casa. Necessitava urgentemente de fugir para um lugar onde reinasse a paz. Precisava de fugir, de esquecer...
- Bom dia! - ouviu Sara. (Geny)
Fico à espera de sugestões. A Sara precisa de esquecer o quê? Vá lá toca a meter mistério nisto

a nossa história (continuação)

"Liberdade"

Amanheceu. O dia parecia que ía ser lindo, já se ouviam os pássaros a chilrear ao longe. Soprava uma brisa suave que fazia ondular as flores do campo. Pela janela do quarto entrou um raio de sol, iluminou a cara de Tomás que acordou. Pulou da cama e abriu a janela para saudar aquele dia.

- Que dia tão bonito! Não patece nada ir trabalhar para aquele escritório fechado e cinzento! - pensou.

O Jim, seu cãozito rafeiro, que um dia encontrou abandonado perto do escritório, já andava à volta dele para comer.

- Bem, tenho mesmo que me levantar, não é, seu maroto? Vou primeiro tomar o duche e depois vamos tratar da paparoca.

Tomás era um bom partido. Vivia sozinho. Um dia, ao passar naquele lugar, viu a casa à venda e nem pensou duas vezes. Comprou-a logo. Gostava imenso daquele alpendre cheio de tulipas amarelas e brancas. O casal que a vendeu tratava muito bem daquele jardim. ao redor havia muitos campos e tinha uma serra no alto muito verde. ("Geny")

Apesar de ter muito espaço verde à volta da sua casa Tomás não vivia isolado, a sua morada situava-se numa rua de pequenas casas todas elas arranjadas e com pequenos pormenores que chamavam a atenção para quem passa-se por lá. O número 18, que ficava duas casas acima da pequena casa dele, foi posta à venda. Era certo que que precisava de uma pintura e de uns pequenos arranjos. Todos os dias a caminho do trabalho ele passava pela casa e punha-se a pensar quem seriam os próximos inquilinos daquela casa. Seria que íam dar-lhe o arranjo que ela necessita e pôr plantas np jardim? Seriam simpáticos, teriam filhos, todos os dias tinha um pensamento diferente. Até que um dia passou por lá e reparou que estava gente a compor a casa. A pintar por fora, a dar uns arranjos nas janelas e, por dentro, também havia pessoas a trabalhar. Quem seriam os próximos vizinhos? ("Tytas")

Finalmente chegou o fim-de-semana. Tomás tinha por hábito passear com Jim pela serra que ficava por detrás da casa dele. Saíram os dois de casa e quando passaram em frente do número 18 da rua deles a porta abriu-se. Foi naquele momento que o tempo parou para Tomás. Daquela casa viu sair uma mulher que emanava tanta luz. Não, ela não era nenhuma beldade, nenhuma estrela de cinema, mas houve algo na nova vizinha que lhe chamou a atenção. Também o poste que estava à frente dele e que não viu.

- Cuidado!

Tarde de mais. Já Tomás tinha ido contra ele. ("Geny")

- Magoou-se?

- Não, está tudo bem obrigado.

Nesta altura Jim já cheirava a nova vizinha e esta amigavelmente fez-lhe uma festa.

- É nova aqui? - perguntou Tomás, como se não soubesse a resposta...

- Sim, muito prazer, meu nome é Sara.

- Olá, eu sou o Tomás e este é o Jim.. Quer acompanhar-nos na nossa volta habitual?

- Sim, aproveito e conheço as redondezas.

Passaram horas juntos, Tomás nunca tinha estado fascinado por alguém como estava por Sara.

- Bom, vou almoçar. - disse Sara.

- Será que podemos tomar café logo à noite? - perguntou Tomás

- Sim, aqui às 21h, pode ser? ("Shanna")

Sara entrou em casa, estava com um nervoso muito miudinho que lhe percorria o corpo todo. Nunca um encontro com um rapaz lhe tinha provocado tal efeito, tinha o achado super simpatico, delicado, e toda a conversa que tiveram durante o passeio foi o mais trivial possivel, mas parecia que se conheciam há anos. Sentou-se no alpendre por detras da casa, mas pouco tempo esteve lá pois não conseguia estar sossegada só de pensar em ir tomar café com o Tomás. Que parvoice pensava a Sara porque razão ele mexeu assim comigo? Foi para dentro preparou um banho e relaxou, ficou mergulhada na água do banho a pensar no passeio que tinha dado com aquele desconhecido, mas que ao mesmo tempo era tão familiar. Quando deu por ela já tinha passado a hora do jantar e só tinha tempo para se arranjar.
Vestiu umas calças de ganga que lhe realçavam as suas linhas, uma camisa branca com um decote atrevido dependendo dos seus movimentos, não sendo muito adpeta de perfumes naquela altura colocou um pouco do seu perfume, tinha um cheiro fresco a hortelã mas com uma mistura quente de canela, no seu corpo aquele cheiro tomava um aroma especial. Quando esta a sair do quarto tocam á campainha, todo o seu corpo estremeçe, e pensa pareço uma adolescente. Abriu a porta com um sorriso na cara.("Tytas")
- Sara, por favor ajuda-me...o Jim foi atropelado! - disse Tomás com a cara mais aflitiva que Sara jamais tinha visto num homem.
- Mas..como é que isso aconteceu? Vamos já aquela clínica de veterenários, que funciona 24 h.
Dirigiram-se imdediatamente para o carro de Tomás e Sara colocou Jim ao seu colo fazendo-lhe festinhas para aliviar um pouco o seu sofrimento. Jim olhava para Sara com uns olhos muito tristes e notava-se que tinha dores nas patas traseiras.
- O que é que aconteceu? - voltou a perguntar Sara.
- Íamos a sair de casa quando Jim decidiu atravessar a rua e veio um carro que o atropelou e nem parou para ver como ele estava. Estou simplesmente agoniado com o desprezo que estes condutores têm pelos animais que atropelam.
- Tem calma, Tomás. Vais ver que os médicos conseguem ajudar o Jim.
- Desculpa. Convidei-te para um café e aconteceu logo isto...Já estou a incomodar-te com as minhas coisas.
- O café fica para outro dia. Neste momento o Jim é mais importante. ("Geny")
A história está a ficar interessante, não está? Fico à vossa espera.

desafio - a nossa história

Bem o meu desafio foi aceite, até agora, por duas amigas virtuais. Vou escrever o que inventámos até agora. Vá lá estou à espera da vossa veia lírica.

"Liberdade"

Amanheceu. O dia parecia que ía ser lindo, já se ouviam os pássaros a chilrear ao longe. Soprava uma brisa suave que fazia ondular as flores do campo. Pela janela do quarto entrou um raio de sol, iluminou a cara de Tomás que acordou. Pulou da cama e abriu a janela para saudar aquele dia.

- Que dia tão bonito! Não patece nada ir trabalhar para aquele escritório fechado e cinzento! - pensou.

O Jim, seu cãozito rafeiro, que um dia encontrou abandonado perto do escritório, já andava à volta dele para comer.

- Bem, tenho mesmo que me levantar, não é, seu maroto? Vou primeiro tomar o duche e depois vamos tratar da paparoca.

Tomás era um bom partido. Vivia sozinho. Um dia, ao passar naquele lugar, viu a casa à venda e nem pensou duas vezes. Comprou-a logo. Gostava imenso daquele alpendre cheio de tulipas amarelas e brancas. O casal que a vendeu tratava muito bem daquele jardim. ao redor havia muitos campos e tinha uma serra no alto muito verde. ("Geny")

Apesar de ter muito espaço verde à volta da sua casa Tomás não vivia isolado, a sua morada situava-se numa rua de pequenas casas todas elas arranjadas e com pequenos pormenores que chamavam a atenção para quem passa-se por lá. O número 18, que ficava duas casas acima da pequena casa dele, foi posta à venda. Era certo que que precisava de uma pintura e de uns pequenos arranjos. Todos os dias a caminho do trabalho ele passava pela casa e punha-se a pensar quem seriam os próximos inquilinos daquela casa. Seria que íam dar-lhe o arranjo que ela necessita e pôr plantas np jardim? Seriam simpáticos, teriam filhos, todos os dias tinha um pensamento diferente. Até que um dia passou por lá e reparou que estava gente a compor a casa. A pintar por fora, a dar uns arranjos nas janelas e, por dentro, também havia pessoas a trabalhar. Quem seriam os próximos vizinhos? ("Tytas")

Finalmente chegou o fim-de-semana. Tomás tinha por hábito passear com Jim pela serra que ficava por detrás da casa dele. Saíram os dois de casa e quando passaram em frente do número 18 da rua deles a porta abriu-se. Foi naquele momento que o tempo parou para Tomás. Daquela casa viu sair uma mulher que emanava tanta luz. Não, ela não era nenhuma beldade, nenhuma estrela de cinema, mas houve algo na nova vizinha que lhe chamou a atenção. Também o poste que estava à frente dele e que não viu.

- Cuidado!

Tarde de mais. Já Tomás tinha ido contra ele. ("Geny")

- Magoou-se?

- Não, está tudo bem obrigado.

Nesta altura Jim já cheirava a nova vizinha e esta amigavelmente fez-lhe uma festa.

- É nova aqui? - perguntou Tomás, como se não soubesse a resposta...

- Sim, muito prazer, meu nome é Sara.

- Olá, eu sou o Tomás e este é o Jim.. Quer acompanhar-nos na nossa volta habitual?

- Sim, aproveito e conheço as redondezas.

Passaram horas juntos, Tomás nunca tinha estado fascinado por alguém como estava por Sara.

- Bom, vou almoçar. - disse Sara.

- Será que podemos tomar café logo à noite? - perguntou Tomás

- Sim, aqui às 21h, pode ser? ("Shanna")

 

Bem já temos um bocado de uma boa história, não temos? Fico à espera da vossa continuação.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

desafio

Já há bastante tempo que penso neste desafio. Vamos criar uma história? Eu posso começar a escrevê-la e depois cada um que estiver interessado vai continuando. Temos que inventar as personagens, o tema e o local.

Titulo: Liberdade

Amanheceu. O dia parecia que ía ser lindo, já se ouviam os pássaros a chilrear ao longe. Soprava uma brisa suave que fazia ondular as flores do campo. Pela janela do quarto entrou um raio de sol, iluminou a cara do Tom á s que acordou. Pulou da cama e abriu a janela para saudar aquele dia.

- Que dia tão bonito! Não apetece nada ir trabalhar para aquele escritório fechado e cinzento! - pensou

O Jim , seu cãozito rafeiro, que um dia encontrou abandonado perto do escritório, já andava à volta dele para comer.

- Bem, tenho mesmo que me levantar, não é, seu maroto? Vou primeiro tomar o duche e depois vamos tratar da paparoca.

Tomás era um bom partido. Vivia sozinho. Um dia, ao passar naquele lugar, viu a casa à venda e nem pensou duas vezes. Comprou-a logo. Gostava imenso daquele alpendre cheio de tulipas amarelas e brancas. O casal que a vendeu tratava muito bem daquele jardim. Ao redor da casa havia muitos campos e tinha uma serra no alto muito verde.

Querem continuar?

Fico à espera das vossas sugestões.

 

fantasia

Adoro o mundo da fantasia. Adoro o mundo dos bonecos, principalmente da Disney. Adoro o Pato Donald, o Mikey e todos os outros. O Pato Donald é tão trapalhão. Poder fazer aquelas trapalhices todas, partir tudo, poder barafustar e aparecer aqueles raios e coriscos por cima da cabeça. Não me digam que não é super giro? E quando eles caiem e aparecem estrelinhas e pintainhos...era fantástico se quando batemos em algum lado nos acontecesse o mesmo. Ah!Ah!Ah!

O Mikey tem umas orelhas super fofas, apetece-me apertá-las.

Mas sabem o que este mundo tem de bom?  Hoje barafustam, partem, zangam-se, mas amanhã...está tudo bem.

Os cacos estão inteiros na mesma, sem nenhuma mossa, sem marcas visíveis que afectem algumas horas, alguns dias da nossa pequena existência.

Amanhã esquecem-se as zangas, os amigos são amigos para sempre, não há necessidade de pedir desculpas, porque não há motivos para isso.

Amanhã o dia está aí para viver.

Amanhã as horas estão aí para viver.

Amanhã os minutos estão aí para viver.

Mas a realidade é cada um que a faz.

 

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